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TecnoHotel | Domingo, 22 Setembro, 2019

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RHI: a iniciativa inovadora que promete dinamizar a arte & business, a cultura & turismo em Portugal

RHI: a iniciativa inovadora que promete dinamizar a arte & business, a cultura & turismo em Portugal

Assinado pelo Arte Institute o projeto junta curadores, programadores, artistas e público de todo o mundo: 1 plataforma —  23 países envolvidos — 1 semana de eventos — 12 cidades portuguesas — 55 Workshops — 65 Talks — 20 Shows marcados — Áreas: Teatro, Literatura, Dança, Arte, Design, Arquitetura, Cinema, Audiovisual, Educação e Cidadania.

O Revolution Hope Imagination (RHI) é uma iniciativa que pretende criar um diálogo entre a Arte e os Negócios, a Cultura e o Turismo e trazer essa discussão para Portugal através de uma semana de talks, workshops e espetáculos por todo o país, reunindo curadores, programadores culturais e artistas vindos de várias partes do mundo. O projeto vai continuar ativo através de uma plataforma online que vai garantir a sustentabilidade dos objetivos da iniciativa, criando redes nacionais e, ao mesmo tempo, abrindo portas para a internacionalização dos artistas portugueses.

 

Este diálogo mundial, terá lugar em Portugal entre 14 e 21 de setembro de 2019 e passará por Lisboa, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Óbidos, Guimarães, Leiria, Alcobaça, Évora, Vidigueira, Loulé e Funchal.  Através da plataforma – que acaba de ser lançada e que pode ser vista em www.rhi-think.com – será possível, depois de setembro, fazer o booking de espetáculos portugueses e vai permitir já que agentes turísticos possam fazer o mesmo para os seus clientes que venham a Portugal.

 

A iniciativa parte de Ana Ventura Miranda, na data em que se assinalam oito anos do Arte Institute, projeto que criou para promover a cultura e arte de Portugal em Nova Iorque. “Com o Arte Institute criámos as redes mundiais que temos hoje para chegar a estes programadores e curadores, as redes de escolas e organizações mundiais para criar o programa educacional e a rede para depois internacionalizar os projetos que iremos selecionar do call for artists, lançado agora pelo RHI”, conta Ana Ventura Miranda. “Mas acima de tudo, aprendemos nestes oito anos que é possível fazer muito quando há vontade e que a sociedade civil pode e deve ter uma voz na construção do país. Esta é sem dúvida uma das premissas do RHI”, afirma a mentora do projeto.

 

Os curadores e programadores do RHI são nomes reconhecidos das artes em Portugal como José Luís Peixoto, Afonso Cruz, John Gonçalves, Ivo Canelas, Marta de Menezes, Paula Abreu, Pedro Varela e Nuno Bernardo, entre outros.

 

Modelo Cultural Americano

Segundo Ana V. Miranda os objetivos deste projeto são dar ferramentas aos artistas para que possam ter outro posicionamento na sociedade e na sua relação com o financiamento, propondo outras modalidades e modelos de negócio, criar ligações entre o turismo e a cultura, e trazer para Portugal esta aproximação ao modelo cultural americano. “É importante que Portugal comece a ser visto como um destino cultural turístico. É essencial criar redes internas no país entre artistas, produtores e agentes culturais através de uma descentralização pelo país e trazer mais programadores a Portugal para que conheçam os artistas e a cultura contemporânea portuguesa, explica Ana Miranda. “Através da plataforma online com vários projetos multidisciplinares, queremos apresentar uma montra da cultura contemporânea portuguesa, que abra também mais portas para a internacionalização”, assume a fundadora.

 

De 12 de abril a 12 de maio, vai decorrer o call for artists, período em os artistas podem enviar as candidaturas de propostas de espetáculos que depois serão selecionadas e integradas nos eventos RHI. Depois dos eventos de setembro, os espetáculos passam a fazer parte da plataforma RHI em que qualquer produtor de qualquer parte do mundo passa a ter acesso, podendo assim conhecer o trabalho dos nossos artistas nacionais.  As candidaturas estão abertas no site do Arte Institute (www.arteinstitute.org ) ou na plataforma RHI (www.rhi-think.com ).

 

Para o público também há novidades. A partir de hoje, dia 12 de abril, é possível tornar-se membro do RHI, através da inscrição na plataforma e ficar com um membership anual que oferece descontos nos eventos do RHI durante 12 meses. Tornando-se membro desde já, são cerca de 20 euros por one day pass para todas as talks e outras oportunidades exclusivas, como poder comprar os passes para a iniciativa, em setembro, 48 horas antes do público em geral. Pode ver mais informação em www.rhi-think.com  no menu membership.

 

Mais sobre

 Arte Institute: Fundado a 11 de abril de 2011, o Arte Institute é uma organização pioneira, independente e sem fins lucrativos, sediada em Nova Iorque, que dinamiza a produção e difusão de artistas e projetos de arte contemporânea portuguesa, através de eventos que produz em todos os continentes. Em 8 anos já promoveu mais de 800 artistas e esteve presente em 36 países e 85 cidades. É o único projeto português no mundo que, de forma sustentada, tem conseguido promover a cultura contemporânea e a marca “Portugal”, transversalmente em todas as áreas artísticas.

 

Ana Miranda: Ana Ventura Miranda, Portuguesa, iniciou a sua carreira como actriz e produtora. Ao mudar-se para NY em 2006, trabalhou como jornalista para a televisão portuguesa e para a Rádio ONU, trabalhou na Missão Permanente de Portugal junto das Nações Unidas e na emblemática Sonnabend Gallery. Em 2011, fundou o Arte Institute, um instituto independente, sem fins lucrativos, para a internacionalização da arte e cultura contemporânea portuguesa. Tem sido responsável pela organização de diversos eventos culturais em todo o mundo, incluindo o NY Portuguese Short Film Festival, a Semana José Saramago em NY, Pessoa in New York, Arte Institute Contemporary Dance at Alvin Ailey, “Gaiola Dourada no MoMA”, Portugal in Soho, Programa do Arte Institute no Iberian Suite Festival do Kennedy Center, Concertos SummerStage no Central Park, entre vários outros. Em 2015 recebeu o Prémio D. Antónia Ferreira e em 2017 o Prémio da PALCUS na categoria de Leadership for the Arts.

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