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TecnoHotel | Segunda-feira, 26 Outubro, 2020

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Como o coronavírus mudou a maneira de fazer marketing?

Como o coronavírus mudou a maneira de fazer marketing?

COVID-19 mudou a maneira como os consumidores se relacionam com as marcas e compram seus produtos e serviços. 

À preocupação dos utilizadores para que os hotéis sejam responsáveis ​​com o meio ambiente e tenham um sólido compromisso com a sociedade, acrescentamos agora a importância de estarmos atentos à situação atual e agirmos de forma solidária para ajudar a mitigar o impacto e as consequências que a crise sanitária.

Diante dessas mudanças nos hábitos e procuras dos consumidores, as marcas encontraram a necessidade de adaptar a sua comunicação e relacionamento com os clientes ao novo paradigma, mas a pandemia  mudou realmente a forma de fazer marketing? 

Os especialistas do Valley expõem seis tendências que estão a moldar as estratégias de marketing pós-COVID-19

Um comércio eletrónico de sucesso como uma chave para as vendas.

Nos últimos meses, muitas pessoas perceberam a rapidez e comodidade de comprar ou reservar por meio de um mecanismo de comércio eletrónico ou reserva direta, o que gerou um aumento nas transações e reservas por meio desse canal.

Muitas PMEs e pequenos negócios ou hotéis que não tinham experimentado este caminho tiveram que adaptar as suas estratégias de marketing e processos de vendas a este mercado, embora nem todos tivessem conhecimentos suficientes para o fazer. Nesse sentido, a chave para um eCommerce de sucesso é ter uma estratégia sólida de venda pela internet, que pode ser alcançada com formação ou com o apoio de especialistas.

Storyscaping, uma nova forma de gerar emoções

Embora até agora a base da boa comunicação fosse contar histórias para se conectar com o consumidor num nível emocional, o storyscaping veio para revolucionar as coisas.

Essa técnica, que procura não só conectar-se com os usuários, mas também criar uma história que os ligue à marca, experimentou um grande boom durante o período de confinamento por oferecer aos usuários a possibilidade de viverem experiências diferentes e inovadoras.

Mensagens sensíveis e emocionais alinhadas com o novo normal

Nos últimos meses tem havido um maior grau de “solidariedade” nas campanhas publicitárias, quase todas coincidentes numa única mensagem: juntos sairemos desta situação.

Atualmente, as estratégias de marketing não buscam apenas vender ou divulgar um produto, mas também apelar para se conectar emocionalmente com o cliente e criar uma imagem de marca comprometida e responsável.

Essa mesma tendência de mensagens adaptadas às circunstâncias tem sido percebida durante a desaceleração, período em que as marcas anunciam seu “retorno” ou reabrem com mensagens que apelam ao otimismo e à positividade, mas sem esquecer a importância de cuidar da saúde e cumprir as medidas em vigor.

Aposte no formato audiovisual

Podcasts, vídeos, gifs e redes sociais têm se mostrado um recurso muito útil para estratégias de marketing e, agora, o aumento do consumo desses formatos, ocasionado pelo maior uso de dispositivos móveis, quase fez seu uso. uma obrigação para as marcas.

E é que esses formatos, geralmente protagonistas nas redes sociais, oferecem às empresas um formato muito atraente, inovador e de fácil consumo para atingir o público mais jovem.

Chatbots, um bom complemento para atendimento ao cliente

As marcas há muito usam chatbots e outras ferramentas semelhantes para apoiar suas equipes de atendimento ao cliente.

Após o período de confinamento e com as medidas de distanciamento social, que também impactaram os call centers, a vantagem oferecida por essas ferramentas, capazes de responder aos clientes de forma automática, rápida e eficiente para resolver problemas ou problemas, ficou ainda mais evidente. esclarecer dúvidas.

Pontos de encontro online para gerar engajamento

As marcas perceberam que não é necessário organizar grandes convenções para interagir com o cliente, uma vez que os eventos virtuais e as reuniões online possibilitaram um contato ainda mais próximo entre empresa e cliente, graças às possibilidades que a tecnologia oferece para criar experiências que despertar sensações e emoções.

Além disso, acredita-se que essa tendência continuará crescendo devido a fatores como redução de custos e processos logísticos envolvidos na gestão de um evento virtual versus físico.